Artigos Publicados-vídeos/Mídia
Veja matéria do Econ. Everton Lopes na RBS TV – Poupanca e um dos investimentos mais procurados – http://tinyurl.com/29qyrts #clicRBS
Veja matéria sobre o DA – Devedores Anônimos no RBS Notícias de 18/06/2010 no 3º Bloco com a participação do Econ.Everton Lopes
Cesta Básica na Capital Gaúcha cai mais de 4% no mês de Maio. RBS Notícias – 07/06/2010.
Lições de Finanças para Jovens ensinam geração da estabilidade. Jornal Zero Hora – 05/06/2010
Matéria em Vídeo sobre o Dia de Liberdade de Impostos no Jornal do Almoço – RBS TV em 25/05/2010 com o Diretor da Money Sul.
Matéria sobre Educação Financeira no Jornal do Comércio de 11/05/2010.
Matéria sobre as Mulheres na Bolsa de Valores, na Revista Brasil.
Sem Planejamento,crédito consignado pode virar armadilha – Jornal Zero – 18/02/2010.
Todos Sonham com o Prêmio da Mega-Sena da Virada – Diário Gaúcho 29/12/2009
Dicas de compras de Natal sem comprometer 2010. Programa “RS ACONTECE” – TV Band – 21/12/2009.
Guardar parte do 13 Sal. ajuda a começar o ano com as contas em dia. Jornal “O Globo” – 18/12/2009.
Fim de ano é um Bom momento para eliminar as Dívidas.- Jornal do Almoço – RBS TV 07/12/2009
Consumidor precisa ter cuidado nas compras de natal – Bom Dia Rio Grande – RBS TV 07/12/2009
Dicas para não transformar Sonho em pesadelo. – Jornal ZERO HORA 04/12/2009
Livros dão Dicas para o Controle das Finanças – Jornal do Comércio 13/11/2009
Preocupação com o Bolso invade as escolas - Jornal Zero Hora 07/11/2009
Para o Professor um Desafio – Jornal Zero Hora 07/11/2009
7ª Etapa do “Circuito Universitário Money Sul” na Zero Hora – 06/10/2009
Ajudando a Economizar ganhando o Salário Mínimo – Jornal Diário Gaúcho 30/09/2009.
Série sobre Educação Financeira no Jornal ZERO HORA em 29/08/09-3 parte
Dinheiro também é assunto de criança – Revista Rosário em Foco págs 10 a 12- 2009
O Economista e o Mercado de Trabalho – Jornal do Comércio 13/08/09
Série sobre Educação Financeira no Jornal ZERO HORA em 27/06/2009 – 2ª Parte
Série sobre Educação Financeira no Jornal ZERO HORA em 20/06/2009
Com mais uma reunião do COPOM e mais uma redução não tão surpreendente assim da taxa SELIC. Apesar de a redução ser histórica. Os juros da economia agora são de 9,25% aa. Enfim chegamos a casa de um dígito. Mas ainda somos um dos países com a taxa de juros mais alta do mundo. Mas temos bem mais espaço para reduções, pois na Europa e nos EUA já estão com taxas praticamente negativas. Porém estamos evoluindo e a economia já dá sinais de reação.
Por que então a redução da taxa de juros demora tanto a chegar ao nosso bolso?Vejamos a composição do spread bancário atualmente:
- Compulsório 3%
- Impostos 20%
-Taxa de risco 37%
- Lucro 27%.(fechando os 100%).
- Com a atual crise econômica é natural que houvesse uma redução em seus custos administrativos, digamos ficando em 8%.
- E se mesmo com a economia precisando de giro e, portanto mais crédito, fosse mais bem analisado. Visando não somente o lucro e sim também a melhoria da qualidade de vida dos tomadores de crédito contribuindo com a melhoria de nosso país e assim reduziriam a chamada taxa de risco para 30%, que já é bastante alta.
- E se o lucro não fosse tão grande assim, digamos 10% e convenhamos ainda é muito, pois todo o resto já foi coberto.
Com a taxa de juros média efetiva do crédito pessoal girando em torno de 3,71% nos principais bancos, incluído os do governo, a taxa efetiva média do cheque especial em torno de 8,21%. (Fonte do BACEN em 21/05/2009). Sabemos que a estrada a percorrer ainda é longa. Mas quem sabe em pouco tempo não teremos uma taxa de juros de mercado muito próxima ao de países desenvolvidos.
Existem muitas propostas para a redução do spread bancário e o resto por consequência. Resta-nos saber agora, o quanto dessa redução será repassado de fato ao bolso do consumidor/contribuinte. Se em um CP ou LP. A economia precisa girar mais rápida e mais rápido ainda sair dessa turbulência financeira que afeta o mundo e que já chegou a tempo no Brasil. Aguardemos.
Everton Lopes é economista formado pela UFRGS, especialista em finanças pela FGV, investidor, palestrante, coaching, comentarista de finanças pessoais nos principais meios de comunicação do RS. Também é autor do livro de bolso “Do Economês para o Português – um guia prático de finanças pessoais”. Conselheiro do CORECON/RS e Sócio da Money Sul Educação Corporativa, idealizador e editor dos sites
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A “Educação Financeira” é para toda vida.
A importância da “Educação Financeira” já na infância é fundamental para que tenhamos um país verdadeiramente melhor, trazendo qualidade de vida a seus habitantes. Mas infelizmente o tema ainda não se faz presente no currículo da grande maioria das escolas brasileiras. Tramitam no Brasil projetos de lei que visa à implantação da disciplina nas escolas a partir do ensino fundamental. O próprio governo federal já despertou para o tema com a Estratégia Nacional de Educação Financeira, onde muitas instituições privadas estão engajadas. Mas é preciso muito mais. É preciso sensibilizar ainda mais nossos governantes e despertá-los para este tema. Nas escolas, em casa, para que desde cedo as pessoas possam lidar com o dinheiro de uma forma mais prazerosa. Porém, não é o que observamos. Os crescentes índices de inadimplência mostram como às pessoas lidam com dinheiro, criando uma espiral endividatória comprometendo sua qualidade de vida por meses, e em alguns casos, por anos. Qual sua relação com o dinheiro, dependência ou prazer? “Devemos comprar o que precisamos, quando precisamos e não, só porque está na promoção. Consumir é muito importante para o giro da economia, pois geram mais produção, emprego e renda. Mas é preciso consumir conscientemente, para que possamos ter um crescimento sustentável”. Pensar em “Educação Financeira” desde cedo é mais importante do que se imagina, pois não importa qual sua profissão, por mais humilde que ela seja, a educação financeira será para a toda a vida. Se dependermos de nosso atual sistema previdenciário, só temos uma certeza para nosso futuro financeiro: Isto Não Será o Suficiente. E o que fazer então? É neste momento, que a “Educação Financeira” se torna essencial em nosso dia a dia, para mantermos nossa qualidade de vida da “Infância” a “Melhor Idade”. Pensem Nisso!
Economista Everton Lopes, Sócio da Money Sul.

